
POV Elena.
Depois da manhã maravilhosa que eu tive, onde eu senti que todos os meus problemas, medos, traumas, evaporaram com aquele beijo, aquele toque, aquele cheiro, com todas as sensações que ele me causa, eu voltei a realidade quando estávamos sendo perseguidos pelos capachos do Edgar.
Neymar estava acelerando cada vez mais, eu estava cambaleando no banco, de tantas viradas que ele estava fazendo, chegou uma hora que eu não sabia nem onde eu estava, ainda tinha um carro atrás de nós. Meu coração acelerado, parecia que ia sair pela minha boca, eu estava com medo, mas não apavorada como eu ficaria antes, eu sei que o Neymar não iria deixar nada me acontecer, porque até nos piores momentos ele ainda é meu ponto de paz.
Estávamos chegando em um terreno, que parecia mais uma fábrica abandonada a muito tempo.
Neymar parou o carro de qualquer jeito, e pulamos para fora, ele me puxou pela mão, saímos correndo, até um local onde havia várias caixas, máquinas quebradas. Até que vimos uns carros parados, e um cara saiu de dentro, ele era familiar de algum lugar, mas não conseguia me recordar, não agora.
— Olha você vai ter que ir com ele Elena, aqui é muito perigoso para você! — Encarei-o, e assenti. — Olha Guilherme você já sabe para onde levá-la, ok?! Depois eu alcanço vocês!
— Mas, e você?
— Eu vou dar um jeito nesses caras Elena.
— Eu não saio daqui sem você!
— Mas você vai sair daqui querendo ou não! Vai logo!
— Eu não vou, eu já disse! Neymar é perigoso, esses caras são perigosos!
— Elena sai daqui agora! — Ele me olhou como nunca tinha me olhado, ele estava com raiva, seus dentes estavam rangendo. Ouvimos barulho de pneus queimando no asfalto. — Vai logo Elena!
— Não vou! — Eu não sei o que eu tava fazendo, mas não posso deixá-lo aqui, não consigo, meu coração estava prestes a sair pela minha boca, eu estava com medo sim, mas não tanto quanto eu sentia antes de conhecê-lo. — Vamos comigo, por favor. Não quero que nada te aconteça. — Já estava preste a chorar, meus olhos ardiam, eu estava com medo por ele, não queria que nada acontecesse com ele.
— Não vai acontecer nada comigo, eu prometo! Agora vai com o Guilherme depois eu te encontro. — Quando eu ia protestar, ele já estava me carregando e me colocou dentro do carro, como se eu fosse uma criança mimada, fazendo birra. — Guilherme corre, não deixa ninguém te seguir, depois eu encontro com vocês!
— De boa cara. — Guilherme entrou no carro. — Pega isso daqui só por precaução! — Ver o Guilherme entregando uma armada pro Neymar me fez estremecer por inteira.
— Valeu cara. — Fez um toque lá com o Guilherme e voltou sua atenção para mim. — Ei, eu vou ficar bem, relaxa. — Neymar selou nossos lábios, e o Guilherme deu partida, só deu tempo de ver o Neymar parado olhando pra trás. Meu coração estava apertado, estava morrendo de medo de que algo possa machuca-lo, ou até mesmo matá-lo. Fechei meus olhos com esse pensamento, minha cabeça latejava, e lágrimas rolavam. Só conseguia pensar: Não posso perdê-lo, ele é a única coisa que me faz feliz agora.
— Ei, relaxa, Neymar sabe se cuidar muito bem, ele vai ficar bem pode acreditar! Ele já passou por situações muito piores. — Guilherme disse tentando me tranquilizar. Sorri.
— Que tipo de situações? — Perguntei curiosa, no fundo eu quero saber mais do Neymar.
— Ah acho que são coisas que ele mesmo tem que te contar, mas te garanto foram bem piores. — Guilherme sorriu e eu retribui. Fiquei com isso na cabeça que situações ele passou antes de me conhecer? Eu to com um cara que eu não sei nada sobre ele.
— Gui você sabe algo sobre a vida do Neymar?
— Ah Elena, eu e o Neymar somos amigos desde pirralhos, então eu vivi com ele praticamente a minha vida toda.
— Ah sério? E decidiram seguir a mesma profissão?
— Mais ou menos, até que foi bem engraçado como acabamos trabalhando juntos.
— Me conta, como foi?
— Ih vamos ter que deixar pra outro dia Elena, acabamos de chegar. — Estávamos em frente a uma casa, simples, mas muito fofa, e pelo jeito super arejada, com muito ar puro. Em um bairro tão tranquilo bem longe do caos da cidade. Entramos, a casa por dentro era super bem arrumada, bem decorada.
— Sinta-se a vontade Elena, a casa é sua, daqui a pouco o Neymar deve estar chegando por aí.
— Obrigada. — Sorri. Mas por dentro estava morrendo de medo, meu coração estava apertado, estava com um nó na garganta, meu pensamento estava no Neymar, como será que ele tá?
— Você vai se arrepender disso Neymar.. Pode ter certeza! — Eles entraram no carro e foram embora. Respirei aliviado. Entrei no carro, dei uma enrolada pelas ruas, só pra ter certeza que eles foram embora mesmo, e depois corri pra encontrar a Elena, já estou morrendo de saudade de tê-la nos meus braços, porra o que essa mulher fez comigo?
Estacionei o carro de qualquer jeito e corri pra dentro, vi Elena de costas, se despedindo de seu pai pelo FaceTime. Depositou o seu celular no balcão, e se virou, quando me viu seus olhos brilharam, abriu o sorriso mais lindo que eu já vi. Ela correu e se jogou nos meus braços, envolvendo seus braços no meu pescoço. Abracei-a forte, estava sentindo seu coração acelerada, senti sua barriga tremer, e senti meu ombro molhado.
— Ei calma, eu to aqui anjo. — Soltei-a e fiz ela me encarar, suas bochechas estavam vermelhas e encharcadas de lágrimas, seus olhos estavam pequenininhos, até assim ela consegue ser linda. Limpei suas lágrimas com meus polegares.
— Eu senti tanto medo de te acontecer alguma coisa, ainda mais por culpa minha. — Dizia em meio aos soluços.
— Anjo, eu to bem, nada vai acontecer comigo. E eu sempre vou fazer de tudo para te proteger.
— Eu fiquei com tanto medo. — As lágrimas voltaram a cair, sua expressão mudou totalmente ela estava apavorada, acho que agora sua ficha estava caindo. Puxei-a para um abraço apertado, até seu choro cessar, levantei seu queixo e a beijei-a, passei toda segurança que eu consegui nesse beijo, todo carinho, toda paz. Prologamos o beijo até onde aguentamos, encerrei o beijo com vários selinhos que fizeram-a sorrir. A soltei, deixando ela de frente pra mim.
— Meu anjo, não precisa ter medo, porque eu sempre vou estar aqui para te proteger. Não importa como, não importa onde, eu sempre vou estar lá quando você precisar de mim. — Acaricie seus cabelos lisos, e depositei um beijo em sua testa.
— Me conta, como foi?
— Ih vamos ter que deixar pra outro dia Elena, acabamos de chegar. — Estávamos em frente a uma casa, simples, mas muito fofa, e pelo jeito super arejada, com muito ar puro. Em um bairro tão tranquilo bem longe do caos da cidade. Entramos, a casa por dentro era super bem arrumada, bem decorada.
— Sinta-se a vontade Elena, a casa é sua, daqui a pouco o Neymar deve estar chegando por aí.
— Obrigada. — Sorri. Mas por dentro estava morrendo de medo, meu coração estava apertado, estava com um nó na garganta, meu pensamento estava no Neymar, como será que ele tá?
POV Neymar.
Logo depois que o Guilherme saiu com o carro levando a Elena, fiquei um pouco mais tranquilo, em poucos segundos os caras já estavam na minha frente. Eu estava morrendo de ódio desses filhas da puta!
— Porra, vocês estão loucos? Vocês querem o que? Que eu mate vocês? — Estava alterado já, minha vontade era de meter bala nessas porras.
— Porra digo eu Neymar, agora que você virou bonzinho, não tem mais poder sobre nós. Nós só seguimos ordens de uma pessoa.
— Edgar.. — Rosnei falando o nome dele.
— Isso mesmo, nós obedecemos a ele, já que você pulou fora.
— Eu não pulei fora porra nenhuma, aquilo não era certo. Porra, Edgar está louco. E ah deem um aviso pra ele. Se depender de mim, ele nunca mais encosta em um fio de cabelo da Elena.
— Neymar você vai se arrepender de ficar contra ele! Você sabe o que acontece quando alguém está contra Edgar.
— Ele não vai fazer nada comigo, eu sei me cuidar. E se quiser ele que venha atras, vou ter o maior prazer em ver ele.— Você vai se arrepender disso Neymar.. Pode ter certeza! — Eles entraram no carro e foram embora. Respirei aliviado. Entrei no carro, dei uma enrolada pelas ruas, só pra ter certeza que eles foram embora mesmo, e depois corri pra encontrar a Elena, já estou morrendo de saudade de tê-la nos meus braços, porra o que essa mulher fez comigo?
Estacionei o carro de qualquer jeito e corri pra dentro, vi Elena de costas, se despedindo de seu pai pelo FaceTime. Depositou o seu celular no balcão, e se virou, quando me viu seus olhos brilharam, abriu o sorriso mais lindo que eu já vi. Ela correu e se jogou nos meus braços, envolvendo seus braços no meu pescoço. Abracei-a forte, estava sentindo seu coração acelerada, senti sua barriga tremer, e senti meu ombro molhado.
— Ei calma, eu to aqui anjo. — Soltei-a e fiz ela me encarar, suas bochechas estavam vermelhas e encharcadas de lágrimas, seus olhos estavam pequenininhos, até assim ela consegue ser linda. Limpei suas lágrimas com meus polegares.
— Eu senti tanto medo de te acontecer alguma coisa, ainda mais por culpa minha. — Dizia em meio aos soluços.
— Anjo, eu to bem, nada vai acontecer comigo. E eu sempre vou fazer de tudo para te proteger.
— Eu fiquei com tanto medo. — As lágrimas voltaram a cair, sua expressão mudou totalmente ela estava apavorada, acho que agora sua ficha estava caindo. Puxei-a para um abraço apertado, até seu choro cessar, levantei seu queixo e a beijei-a, passei toda segurança que eu consegui nesse beijo, todo carinho, toda paz. Prologamos o beijo até onde aguentamos, encerrei o beijo com vários selinhos que fizeram-a sorrir. A soltei, deixando ela de frente pra mim.
— Meu anjo, não precisa ter medo, porque eu sempre vou estar aqui para te proteger. Não importa como, não importa onde, eu sempre vou estar lá quando você precisar de mim. — Acaricie seus cabelos lisos, e depositei um beijo em sua testa.
— Eu adoro você, obrigada por tudo, por ser tão perfeito. — Sorri ouvindo as palavras dela, ela teve a iniciativa de me beijar, não sei como, mas estou cada vez mais viciado nesse beijo doce dela, o bailado de nossas línguas é perfeito, estamos totalmente em sintonia um com o outro, encerrei o beijo, puxando seu lábio inferior com os meu dentes.
— Eu também te adoro meu anjo. — Sorrimos. — E cade o Guilherme? Ele não deveria estar aqui cuidando de você?
— Ele estava, mas quando comecei a falar com o meu pai, ele disse que precisava sair um instante mas que eu não precisava me preocupar, por que aqui ninguém ia me achar.
— Ah sim, depois vou dar uns esporros neles, não deveria ter saído coisa nenhuma. — Ela riu, me fazendo sorrir.
— Calma amor — Sorri. — Deixe ele, e eu estava totalmente segura mesmo, não tem necessidade.
— Ta bom, agora vem comigo, tenho uma surpresa pra você! — Estendi a mão pra ela, e ela pegou, entrelaçando nossos dedos,
— Vamos porque eu estou muito curiosa. — Sorrimos, saímos da casa, entramos no carro, antes eu liguei pro Guilherme pra avisar que eu já estava com ela, dei partida, fomos conversando até chegar no local, saímos do carro, entramos no prédio, cumprimentei o porteiro, fomos direto para o elevador, fomos até o terraço, a expressão da Elena estava indecifrável, quando chegamos ela ficou totalmente surpresa.
— E aí gostou? — Perguntei com um certo receio.
— Não acredito! — Sorriu.
Olá amores, eu sei, eu sumi né? Mas tenho uma explicação pra vocês. Gente eu estava em final de semestre, ai estava correndo estudando igual uma louca, fazendo trabalhos, fazendo provas.. enfim, fiquei totalmente sem tempo e sobrecarregada. Porém fiquei de férias tem duas semanas, mas estou ajudando a minha amiga a estudar e tirei uns dias pra descansar. Mas aí está o capítulo, espero que vocês gostem, comentem por favor, opinem, falem o que vocês querem, enfim isso é muito importante pra mim, e para o desenvolvimento da história. Agora que já estou de férias, dependendo da quantidade de comentários haverá duas postagens por semana uhuuul!! Mas tudo depende de vocês. Divulguem o blog meninas!!
— Eu também te adoro meu anjo. — Sorrimos. — E cade o Guilherme? Ele não deveria estar aqui cuidando de você?
— Ele estava, mas quando comecei a falar com o meu pai, ele disse que precisava sair um instante mas que eu não precisava me preocupar, por que aqui ninguém ia me achar.
— Ah sim, depois vou dar uns esporros neles, não deveria ter saído coisa nenhuma. — Ela riu, me fazendo sorrir.
— Calma amor — Sorri. — Deixe ele, e eu estava totalmente segura mesmo, não tem necessidade.
— Ta bom, agora vem comigo, tenho uma surpresa pra você! — Estendi a mão pra ela, e ela pegou, entrelaçando nossos dedos,
— Vamos porque eu estou muito curiosa. — Sorrimos, saímos da casa, entramos no carro, antes eu liguei pro Guilherme pra avisar que eu já estava com ela, dei partida, fomos conversando até chegar no local, saímos do carro, entramos no prédio, cumprimentei o porteiro, fomos direto para o elevador, fomos até o terraço, a expressão da Elena estava indecifrável, quando chegamos ela ficou totalmente surpresa.
— E aí gostou? — Perguntei com um certo receio.
— Não acredito! — Sorriu.
Olá amores, eu sei, eu sumi né? Mas tenho uma explicação pra vocês. Gente eu estava em final de semestre, ai estava correndo estudando igual uma louca, fazendo trabalhos, fazendo provas.. enfim, fiquei totalmente sem tempo e sobrecarregada. Porém fiquei de férias tem duas semanas, mas estou ajudando a minha amiga a estudar e tirei uns dias pra descansar. Mas aí está o capítulo, espero que vocês gostem, comentem por favor, opinem, falem o que vocês querem, enfim isso é muito importante pra mim, e para o desenvolvimento da história. Agora que já estou de férias, dependendo da quantidade de comentários haverá duas postagens por semana uhuuul!! Mas tudo depende de vocês. Divulguem o blog meninas!!
Beijos da Cami ❤