sexta-feira, 10 de junho de 2016

Capítulo 11 - "Eu nunca quis ter nada na vida que eu não fosse suportar perder."




"And I know an angel was sent
Just for me
And I know I'm meant
To be where I am
And I'm gonna be
Standing right beside her tonigh."

What are words - Chris Medina.


Duas semanas depois..

Sinceramente, essas duas semanas tem sido uma das melhores da minha vida, mesmo com a merda fodida que é a minha vida fugindo de Edgar, mas Neymar está tornando tudo um pouco melhor, depois da nossa reconciliação temos aproveitado bastante, fomos em todos os pontos turísticos daqui, aproveitamos muito as praias, e deu até pra pegar uma marquinha. Bom agora estamos morando em Londres, se eu não estivesse fugindo de Edgar até poderia dizer que estamos viajando de férias estendidas, em Londres como está em uma época que faz muito frio aqui, ficamos mais no apartamento, mas é tudo de bom, passamos o dia nos amando, assistindo diversos filmes e comendo, sinceramente ter um namorado que sabe cozinha maravilhosamente bem tem muitas vantagens como: não sobreviver de fast food ou comer em restaurantes todos os dias, e também não precisar sair de casa pra comer! Porque esse frio de Londres não dá vontade de fazer absolutamente nada! 
Neste exato momento estou deitada na cama com o braço de Neymar envolta da minha cintura me prendendo ao seu corpo de forma possessiva, me virei ficando de frente pro mesmo, acariciei seu rosto que estava com a barba por fazer, sua expressão era de tranquilidade, sua respiração calma, isso me trazia uma paz imensa, só estar ao seu lado me deixava bem.

Bom dia anjo. Sorri, nunca cansaria de ouvi-lo me chamar de anjo.
— Bom dia amor. Disse sem graça por ser pega observando ele. Tentei sair de seus braços, mas o mesmo me apertou mais.
— Fica mais um pouquinho aqui anjo.  Pediu manhoso, sorri e o beijei. Beijo passou de calmo para selvagem, quando percebi já estava em cima dele e suas mãos passeavam pelo meu corpo coberto pelo baby dool. Parei o beijo e facilitei o trabalho dele de tirar a blusa do meu baby dool, suas mãos foram direto para os meus seios, ele começou a apalpar, olhou nos meus olhos e me beijou outra vez, me levanto pela cintura me colocando por baixo, ele afastou seus lábios de mim devagar sorrindo, me deixando ofegante, seus beijos e caricias passaram pra a minha mandíbula, depois pescoço, sua mão apalpava meu seio e brincava com o meu mamilo, me fazendo soltar gemidos contidos, seus beijos chegaram nos meus seios, e ele abocanhou meu seio me levando a loucura, eu mordia meu lábio inferior com força tentando não gritar. Ele parou a mágica que ele estava fazendo com a boca no meu seio e me olhou, sua mão foi para o meu rosto. Seu dedo libertou meu lábio do aperto dos meus dentes.
Eu quero ouvir você anjo! Ordenou, e eu assenti. Sua atenção voltou para os meus seios. — Você é tão deliciosa, tão perfeita, tão minha... — Sua voz saiu rouca, isso fez minha libido se contrair. Seus beijos desceram pela minha barriga, até chegar na barra do meu shorts, ele depositou um beijo leve ali, e tirou o meu shorts lentamente tornando aquele momento cada vez mais torturante. Eu precisava dele, precisava senti-lo dentro de mim o mais rápido possível.
— Vai logo Neymar! — Disse entre dentes, minha voz estava abafada, e isso o fez sorrir e contemplar meu sofrimento. Quando estava apenas com a calcinha, Neymar depositou um beijo por cima do tecido fino rendado, o empurrei ficando por cima, beijei cada gomo da sua barriga, chegando na parte "V", sua box já deixava evidente o volume, depositei um beijo por cima do tecido fazendo o mesmo arfar, sorrir internamente. Tirei sua box, coloquei minha mão na base fazendo um vai e vem bem lento, depositei um beijo casto na ponta.
— Porra Elena! — Sorri vitoriosa por ver seu sofrimento. Envolvi meu lábios na sua intimidade, fazendo o mesmo gemer fraco, comecei a movimentar pra cima e pra baixo até me acostumar, fui aumentando a velocidade dos movimentos, passava a língua envolta, até sentir seu gosto na minha boca. Ele me puxou pelo cabelo de forma bruta e me beijou, suas mãos passeavam pelo meu corpo, senti uma ardência mais embaixo, quando olhei, fiquei surpresa, metade do pano de renda da minha calcinha estava em sua mão, o olhei e o mesmo continha o sorriso debochado sexy de sempre, porra esse homem me deixa completamente molhada só com esse sorrisinho. Ele me colocou por baixo, e me beijou, se encaixou no meio das minhas pernas e quando eu menos esperei, ele enfiou forte e duro, me fazendo fincar minhas unhas em seus ombros e soltar um gemido durante o beijo, seus movimentos eram rápidos, sua selvageria contida me deixava louca de tesão, chegamos ao ápice do prazer juntos. Nada melhor que uma manhã dessa para renovar todas as minhas energias, porque é isso que o Neymar faz comigo, ele me renova, ele me faz viva!
— Vem anjo, agora vamos pro banho! — Me pegou no colo como se eu não pesasse nada, tomamos banho na banheira, nosso banho foi repleto de caricias, mas não passou disso. Sai primeiro que ele, pois estava morta de fome, me sequei e coloquei uma roupa quente, desliguei o aquecedor do quarto, fui pra cozinha, arrumei a mesa do café. Enquanto fazia meu achocolatado, senti o perfume delicioso preencher a cozinha, Neymar me abraçou por trás depositando um beijo no meu pescoço. Sorri
— Linda! — Me virei pro mesmo dando um selinho nele.
— Vem vamos comer, porque to morrendo de fome.
— Também, você me tira todas as energias.
— Eu? Vai se ferrar Neymar. — Bati em seu braço e ele riu. Comemos nesse clima de provocações e tapas. Neymar tem o dom de me deixar sem graça, ele sabe disso e faz de propósito. 
Depois do café ficamos deitados no sofá assistindo Supernatural na Netflix, pois é, é isso que o tédio e a preguiça de sair faz com a gente.
— Anjo? — O olhei, e percebi que o mesmo me encarava.
— Oi amor. — Disse fechando os olhos sentindo seu cafuné.
— Como era sua vida antes dessa loucura toda? — Abri os olhos estranhando essa pergunta, pensei um pouco antes de responder.
— Bom era mais tranquila com certeza. — Ri pra descontrair. — Eu ia pra faculdade, saia com os meus amigos quase todos os finais de semana, mas a maior parte do meu tempo eu passava com a Aly, tínhamos a mania de deitarmos na cama com um prato de brigadeiro e assistir filmes, séries até desenhos a pestinha me convencia a assistir, eu também viajava muito com a Clara, é uma amiga minha, tipo melhor amiga, conheço ela desde o ensino médio, estudamos juntas e a partir dali vivíamos juntas, fazíamos todo tipo de programas juntas, quando minha mãe faleceu, ela foi a que mais me ajudou e a ajudou a Aly, ela me trouxe a realidade que eu precisava ser forte pela minha irmã, enfim, era isso. minha vida digamos que era normal, até tudo isso acontecer. — Neymar prestava atenção em cada palavra minha, e sorria ouvindo minhas histórias com a Clara. — Mas porque a curiosidade agora?
— Só queria saber se tinha algum cara na sua vida antes de mim mesmo. — Eu gargalhei, e ele tinha um sorriso zombeteiro nos lábios, mas eu sabia que ele não estava falando sério. — Mentira, só queria saber como sua vida era, se era feliz. — Sorri com a sua preocupação.
— Sabe, você sabe basicamente minha vida toda, e eu não sei quase nada da sua.. — Seu corpo se enrijeceu, e ele ficou tenso.
— Não tem muita coisa interessante na minha vida Elena, nada que valia a pena te contar. — Sentei de frente pro mesmo o encarando incrédula.
— Claro que vale a pena, Neymar eu quero conhecer você.
— Elena você me conhece, esse sou eu.
— Não, eu quero te conhecer por inteiro! Eu não sei absolutamente nada sobre você! Não sei qual seu filme favorito, não sei qual sua banda favorita, não sei nada sobre a sua família, não sei nem seu nome todo! E você sabe praticamente tudo sobre mim, sobre a minha vida e a minha família.
— Tudo bem Elena, o que você quer saber? Mas eu só vou falar o que você precisa saber!
— Ok. Qual seu nome todo?
— Neymar Duarte Junior.
— Banda favorita?
— Não tenho uma favorita, mas gosto muito de The Beatles e The Police.
— Sério? Amo os Beatles também. — Decidi arriscar mais um pouco. — E seus pais?
— Não tenho pais, fui criado pelo irmão do cara que me fez. — Fiquei surpresa, Neymar falava sobre os pais com um certo rancor, nunca imaginaria que Neymar não foi criado pelos pais. — Chega Elena cansei desse assunto. — Neymar se levantou e foi pro quarto me deixando sozinha na sala, decidi ficar ali, não estava afim de discutir com ele, sabia que não seria fácil entrar nesse assunto.
Neymar voltou uns minutos depois arrumado com a chave da moto na mão.
— Vou resolver uns assuntos, mas vai ser rápido ok? Qualquer coisa me liga, e se alguém tentar entrar faça o que eu te ensinei: Atire.
— Ta bom Neymar. — Revirei os olhos toda vez era a mesma coisa quando ele saia. Ele me deu um beijo na testa e saiu. Terminei de assistir o episódio do seriado, e fui fazer o almoço, decidi fazer macarrão ao molho branco, quando terminei fui tomar um banho e me arrumar, quando sai do banheiro Neymar estava no quarto. Descemos pra almoçar, arrumei a mesa e ele pegou o suco na geladeira, sentamos na mesa pra comer.
— Anjo? — Estava subindo pro quarto, me virei e fui em direção ao mesmo.
— Oi — Neymar me puxou pelo braço e me beijou, só encerrou o beijo quando estávamos sem folego. Sorri, não conseguia ficar chateada com ele por muito tempo.
— Sabe, eu nunca quis ter pessoas na minha vida que eu pudesse me apegar ou sentir alguma coisa. Na verdade, eu nunca quis ter nada na vida que eu não fosse suportar perder, mas você.. você é diferente, você fez eu ir contra todos os meus princípios, me fez quebrar todas as minhas regras de não me apegar e não sentir nada por ninguém, você é a exceção, é a única pessoa que me mostrou que vale a pena sentir alguma coisa, você é a minha salvação de mim mesmo. — Meus olhos já estavam cheios de lágrimas.
— E como você está lidando com isso? — Ele sorriu.
— Bom, enquanto você estiver comigo, tá tudo perfeito. Por você vale a pena quebrar as minhas regras, por isso anjo, eu não posso perder você!
— E o que te faz pensar que vai me perder?
— Só me promete uma coisa ta legal? — Assenti. — Promete que vai acreditar todas as vezes que eu falar que você foi a minha salvação e que tudo que eu sinto por você é verdadeiro.
— Eu prometo! — Ele me beijou outra vez, e ali eu sabia, eu tinha certeza que era tudo verdadeiro independentemente de qualquer coisa.

Estava na cozinha fazendo brigadeiro, quando Neymar chegou me abraçando por trás.
— Hmmm, brigadeiro. — Sorri, terminei de fazer o brigadeiro e coloquei no prato pra comermos. Neymar me encarava sério.
— O que foi? — Sorri.
— Você ta feliz? Aqui comigo?
— Independente da loucura que é a minha vida, e de todos os perigos, você foi a melhor parte do que já me aconteceu. Você fala que eu sou seu anjo, mas você também é o meu, você afasta todos os meus demônios, tanto na vida real quanto no meu psicológico. Sim eu to feliz com você. — Sorrimos, e ele depositou um beijo casto nos meus lábios.
— Eu prometo que vou devolver a sua vida normal Elena, com a sua irmã e o seu pai.
— Eu sei que você vai, eu confio completamente em você, mas você vai ter que me devolver com um bônus.
— Que bônus?
— Você! Mesmo quando tudo isso acabar, ainda quero você na minha vida, você já se tornou essencial pra mim.
— Se até lá você ainda me quiser na sua vida, eu vou ficar com todo o prazer, mesmo tendo certeza que você não vai querer....



"E eu sei que um anjo foi enviado

Apenas para mim

E eu sei que eu devia

Estar onde estou

E eu vou estar

Bem ao seu lado esta noite."
What are words - Chris Medina.



Continua! Bom girls tenho alguns recados para dar.
Primeiro: Me desculpem pela demora, eu estava cheia de problemas, e não tava dando pra postar.
Segundo: Vou postar frequentemente, ainda não tem dias certos, mas prometo que pelo menos uma vez na semana vai ter capítulo novo.
Terceiro: Sem comentários, sem capítulo. Sei que não posso exigir muito, mas os comentários são MUITO importantes pra mim, e não custa nada né gente?! 
Enfim é isso, e aí me digam o que estão achando, e deem dicas do que vocês acham que vai acontecer com esses dois...
Beijosssss da Cami ❤ 

quarta-feira, 16 de março de 2016

I'm sorry.



Hello girls! Tudo bem com vocês? Espero que sim, comigo nem tanto. Vim aqui deixar-lhes um aviso, e uma imensa desculpa. Eu sei, eu sumi né? Mas não tive culpa, e muito menos intenção de sumir! Estou sem nada, absolutamente sem nada, sem celular, sem computador, sem notebook, enfim.. então não terá como eu postar por enquanto, até eu recuperar as minhas coisas. Minhas sinceras desculpas, mas eu prometo que assim que eu recuperar as minhas coisa, eu volto com muitos capítulos novos pra vocês, promessa de mindinho!
Beijos da Cami. <3

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Capítulo 10 - "Eu gosto de você assim, do jeito que você é."



Can you still see the heart of me?
All my agony fades away
When you hold me in your embrace
Don't tear me down for all I need
Make my heart a better place

All I Need - Within Temptation*



POV Elena.

Quando sai daquele quarto me senti vazia, eu sabia que Neymar era importante pra mim, mas não sabia a intensidade disso, bom agora eu sei, ficar sem ele é como perder a minha alma, é como perder a luz, sem ele, eu sou apenas escuridão, até porque ele poderia ser tudo, até mesmo o vilão da história, mas pra mim ele era luz que me mantém viva e não apenas respirando. Eu me apaixonei pelo vilão, e não estava nem um pouco arrependida. Mas vê-lo matando uma pessoa me deixou apavorada, eu não sabia quem ele era, eu não o conhecia, não sabia nada sobre sua vida e mesmo assim me deixei levar, no começo poderia dizer que era atração física, ou aqueles olhos.. Mas agora parece que é muito mais que isso, estar com ele é me sentir viva de novo. É viver e não sobreviver. Ele era a minha cura, a minha salvação, pode-se dizer que era a minha luz no fim do túnel. Neymar é o calmante dos meus demônios internos. Ele poderia ser um furacão para os outros, mas era a calma para a minha alma.
Meus pesadelos voltaram, e agora com mais frequência, tinha até me esquecido de como era, a sensação de medo me deixa apavorada, a dor da saudade volta com toda a intensidade, a dor da perda me corrói por dentro, Neymar era o calmante para os meus demônios e sem ele, os meus demônios gritam dentro de mim de todos os jeitos.
Depois que eu julguei-o por matar aquele homem, que com certeza iria me fazer mal, não troquei mais nenhuma palavra com Neymar, porque todas as vezes que o via, eu lembrava do rosto dele repleto de raiva misturado com ódio, ele matou a sangue frio e aquilo me dava calafrios, a única pessoa que eu vi matando a sangue frio foi o Edgar e a pessoa que ele matou foi a minha mãe, essa cena me aterroriza até os dias de hoje. Ver a minha própria mãe morta, vê-la indo embora para sempre e eu não pudi fazer nada, a única coisa que eu me pergunto até hoje é: Por que ele fez isso?

Estava sozinha no meu quarto, quando escuto uns barulhos estranhos vindo do andar de baixo, desci as escadas para verificar, afinal a casa está cheia de seguranças, papai não vai economizar na minha segurança e na segurança da Aly. Cheguei na sala de estar, e notei uma movimentação estranha nos seguranças, vi alguns que nunca tinha visto antes por aqui. Estranhei.
— Olá, você pode me dizer o que está acontecendo? — Perguntei ao segurança novo, eu acho. Ele me olhou e me lançou um sorriso estranho, pode se dizer até maléfico, me causou arrepio na espinha. Mas deve ser coisa da minha cabeça né?!
— Olá lindinha, claro que eu posso te dizer o que está acontecendo. — Parou por um instante. Lancei-lhe um olhar para continuar. — Agora está começando o seu pior pesadelo, meu amor. — Antes mesmo que eu pudesse pensar em algo, um cheiro forte invadiu minhas narinas, me senti fraca, não sentia mais o meu corpo, a única coisa que eu consegui ver por último foi os olhos castanhos que me deram um arrepio na espinha, e depois só vi escuridão...
Acordei em um quarto que com certeza não é o meu, minha cabeça parecia que ia explodir. Alguém abriu a porta do quarto de repente.
— Ora ora, a bela adormecida finalmente acordou.. — Disse o cara de aparência sinistra, com o caráter totalmente duvidoso.
— Onde eu estou? Quem é você? — O pânico me invadia cada vez mais, o medo de não ver minha família mais.
— Bom você está agora na sua nova casa, por tempo indeterminado. Bom e eu? Eu sou o seu pior pesadelo. Hoje você irá ficar aqui neste quarto, até eu decidir se você irá ou não comer! — Sorrio de forma que me causava um medo terrível, saiu do quarto trancando a porta com a chave, me deixando sozinha ali.
E agora? Como vou voltar para casa? Será que vão me matar? Por favor Deus eu não quero morrer, não posso deixar a minha irmã sozinha, não posso!
O desespero me invadiu por completo, lágrimas já rolavam pelo meu rosto descontroladamente, só se escutava os meus soluços ali naquele quarto. Chorei, chorei e chorei, até meus olhos pesarem e eu cair em sono profundo.
Passei dias passando fome, até que um dia houve uma briga, eu sei disso porque ouvi gritos no andar debaixo, mas como eu estava presa dentro do quarto não poderia descer, e por dentro eu agradeço por não poder sair daqui, quanto mais longe eu ficar desses caras melhor!
Eu não sabia do que se tratava, mas ouvia meu nome ser falado repetidas vezes, e por incrível que pareça estava me ... defendendo? Como assim?
Ouvir a porta da sala ser batida, e passos fortes na escada, me encolhi na minha cama, a porta foi aberta com força fazendo a mesma bater na parede, me assustando.
— O que você quer? — Meus olhos já estavam marejados, me sentia fraca pois fazia dias que não me alimentava direito, no máximo esse monstro me dava uma maçã e um copo de água por dia, sentia meu corpo fraquejar diversas vezes ao longo do dia por causa disso.
— O que eu quero? Bom eu quero te matar. — Arregalei os olhos com essa confissão e me encolhi mais. — Quer saber o porque sua vadiazinha? — Me puxou pelo meu braço com força, sem dúvidas ficaria roxo o local onde o monstro apertava. — Porque por sua culpa, eu quase morri, pelo jeito a vida da princesinha é valiosa para um dos meus chefes, mas só por isso eu não vou te matar! — Suspirei. — Mas isso não quer dizer que você não vai levar uma boa surra! — Me jogou no chão me fazendo bater a cabeça. — Agora sua vadia, você vai ver como eu fico bravo quando sou ameaçado! — Disse enquanto me dava vários tapas no meu rosto, lágrimas já caiam pelo meu rosto sem controle, eu não tinha forças nem para correr para longe dele. Agora ele distribuía chutes pela minha barriga e pernas, me dava socos pelo meu rosto.
— Por favor pare! — Implorei, mas ele não me escutava, continuava me batendo. — Tá doendo, para por favor! Para eu não aguento mais. Para...— Eu gritava e ninguém me ouvia, ele só parou quando cansou, mas ele só cansou quando eu desmaiei por causa da dor que eu estava sentindo.

— Hey anjo, calma! — Neymar me sacudia pelos ombros. Acordei assustada, meu coração estava disparados, as batidas frenéticas descompassadas, parecia que ele ia pular para fora de mim. Meu rosto estava molhado pelas lágrimas. Revivi um dos piores momentos que aconteceu naquele apartamento, aquele monstro ainda assombra os meus sonhos.
— Eu vi ele de novo... — Meu choro voltou compulsivamente junto com o meu desespero. Neymar arregalou os olhos, e me puxou para seu colo, estava tão atordoada que não me importei precisava senti-lo, precisava sentir a proteção e segurança que ele me passa.
— Ele quem anjo? — Disse enquanto acariciava meus cabelos, me ninando em seu colo como se eu fosse uma criança de 5 anos que acabou de ter seu primeiro pesadelo.
— O cara que me batia naquele maldito apartamento. — Disse entre soluços. O corpo de Neymar se enrijeceu.
— Ele o que anjo?
— Ele me batia Neymar, o primeiro cara que me vigiava, ele me batia, teve uma vez, tinha poucas semana que eu havia sido trancada, nessas primeiras semanas, eu passava fome, ele só me dava uma maçã e um copo de água por dia, quando ele não dizia que tinha esquecido e me deixava com fome o dia todo, houve uma discussão no andar debaixo, eu estava trancada no quarto, mas estava muito fraca pois não havia comido no dia anterior, não sei o que aconteceu, mas ele chegou furioso no quarto falando que ele quase tinha morrido por minha culpa, e me bateu, eu gritava para ele parar, só que ele não parava, ele só parou quando eu desmaiei de tanta dor que eu estava sentindo. — Quando terminei de contar, desabei no choro. Neymar continha ódio no seu olhar, e seu ódio só aumentava em cada palavra que saia da minha boca, mas quando olhou para o meu estado, seu olhar passou de ódio para compaixão.
— Eu te juro Elena que eu vou fazer cada um que te fez sofrer, sofrer dez vezes mais que você, eu juro pela minha vida, que eu vou te vingar. — Ele pegou meu rosto com suas duas mãos e me fez encarar seu olhos, que naquele momento já estavam marejados. — Eu vou te proteger, ninguém nunca mais vai te fazer mal anjo, isso é uma promessa, eu sempre vou estar lá para te proteger, não importa quais a circunstâncias eu vou te proteger com todo o meu ser! — E naquele momento nada mais me importava, só queria sentir o gosto dos seus lábios no meu, era bom tê-lo ali comigo novamente. Dormi sentindo o calor de seus braços envolta do meu corpo, e ali eu estava em paz novamente.
Acordei sentindo frio, passei a mão pela cama e não encontrei o Neymar. Óbvio o que eu tava pensando? Que depois de tudo que eu disse, de ignora-lo a semana inteira por causa de um cara que com certeza não ia pensar duas vezes em me fazer mal, ele ainda passaria a noite comigo, claro que não.
Levantei da cama e fui direto para o banho, me arrumei, sai do quarto o apartamento estava em total silêncio, provavelmente Neymar deveria estar dormindo ainda. Desci indo direto pra cozinha, comecei a abrir os armários a procura de algo pra comer, e não achei nada que me agradasse, é nessas horas que eu sinto falta do Neymar, ele sempre sabe como me alimentar com algo gostoso, mas infelizmente ele ainda estava dormindo, tive que pegar uma bolacha recheada e um copo de leite, comi na sala assistindo meu seriado favorito The Originals, enquanto esperava o Neymar acordar pra almoçarmos. Quando apontou 13h no relógio comecei a estranhar, Neymar nunca dorme até tarde desse jeito, normalmente ele é o primeiro a acordar.
Subi para o seu quarto, bati duas vezes na porta e não obtive resposta, então entrei do mesmo jeito. Neymar estava deitado na cama em um sono profundo, enrolado em várias cobertas. O quarto estava gelado, então desliguei o ar, sentei na pontinha da cama, acariciei seu rosto, e ele estava muito quente.
— Neymar acorda! — Mexi em seu ombro para o mesmo despertar. — Ney acordar, você está queimando em febre. — Ele resmungou, mas não acordou. Levantei da cama e puxei as cobertas o descobrindo.
— Elena eu estou morrendo de frio, porque diabos você tirou minhas cobertas? — Perguntou bravo.
— Porque você está queimando em febre, precisa levantar para tomar um remédio e um banho gelado para abaixar a febre!
— Não anjo eu to bem, não precisa se preocupar, eu só quero dormir mais um pouquinho. — Ele se virou ficando de bruços e colocando o travesseiro por cima da cabeça. Revirei os olhos, de bad boy passou para criança birrenta.
— Nada disso, vem vamos levantar. — Ele olhou pra mim, e eu arqueei a sobrancelha. — Vamos! Levanta agora. — Ele sentou na cama, colocando as mãos na cabeça. — O que foi?
— Minha cabeça ta explodindo!
— Então fica sentado aí que eu vou pegar o remédio, ta bom? — Ele assentiu. Desci as escadas correndo, peguei o remédio na caixinha de primeiros socorros, peguei um copo de suco de laranja e subi. Entrei no quarto e ele continuava na mesma posição, sua expressão mostrava o quão abatido ele estava. — Bebe isso aqui vai amor. — Entreguei o remédio e o suco pra ele, que bebeu rapidinho. — Fica deitado ai que eu vou encher a banheira, você precisa tomar um banho. — Ele deitou, e ficou quietinho na cama, encolhido por causa do frio. Fui no banheiro dele e coloquei a banheira pra encher com a água morna, coloquei sais de banho na banheira e voltei pro quarto. — Vem amor, levanta. — Estendi a mão pra ele, ele se levantou, mas não aguentou ficar em pé, quase levando nós dois pro chão. Coloquei seu braço envolta do meu pescoço e o levei pro banheiro, tirei sua calça moletom, tentando não pensar em nenhuma besteira, o mesmo tirou a cueca e entrou na banheira ainda apoiado em mim. Me sentei do lado da banheira, peguei a esponja molhei na água e comecei a passar pelos seus ombros, depois pelo peitoral, quando terminei o banho dele, esperei o mesmo se secar, e dei uma cueca pra ele vestir, o levei pra cama, o mesmo se deitou sem dizer uma única palavra.
— Hey, eu vou buscar o termômetro pra medir sua temperatura, já volto! — Ele assentiu, desci peguei o termômetro, um balde e toalhas, subi de volta para o quarto do Neymar e ele estava na mesma posição. — Manhoso, abre a boca vai. — Ele revirou os olhos mas abriu a boca, coloquei o termômetro, e fui no banheiro encher o balde com água gelada, aprendi essa técnica com a minha mãe. Voltei com o balde cheio de água gelada. — Ei amor, deita direito pra eu cuidar de você. — Ele sorriu e deitou. Peguei a toalha, molhei e passei pela sua testa, seu pescoço, e assim sucessivamente.
— Sabe, pensei que estava com raiva de mim, achei que não suportasse o fato que eu mato pessoas. — Disse com a sua voz mais rouca que o normal. O olhei intrigada e indignada ao mesmo tempo.
— Sabe, eu se fosse antes, antes dessa merda toda acontecer comigo e com a minha família, ali sim eu nunca mais iria olhar pra você, porque eu não consigo imaginar alguém sendo morto por outra pessoa, mas.. — Suspirei, e olhei nos seus olhos que fazem as minhas pernas bambear e meu coração bater compulsivamente mais rápido, ainda com a toalha molhada em sua testa. — Mas agora, eu não to mais com raiva de você por ter matado aquele homem, sim eu fiquei muito impressionada, nunca te vi daquela maneira, tão frio.. e saber que você matou ele por minha causa me deixou apavorada, porque eu não sei se eu acho isso incrível ou fico horrorizada. Mas é você Neymar.. — Acariciei sua bochecha com meu polegar. — É só você que está aqui comigo, é você que me salva todos os dias, e não to falando do Edgar, você me salva de mim mesma, todo os dias. Então não me importa quem você é na minha história, se é o vilão ou o mocinho, porque pra mim sinceramente não importa. Saber que você está disposto a matar todos que derem algum indicio de perigo a mim ainda me deixa apavorada, mas eu gosto de você assim, e nada mais me importa a não ser ter você comigo, entendeu? Eu gosto de você do jeito que você é! —  Ele me puxou e me beijou, e ali eu estava em paz outra vez, estava com tanta saudades desse beijo, sentir seus lábios nos meus, sentir seu calor, a corrente elétrica que passa pelo meu corpo, quando estava sem ar encerrei o beijo com vários selinhos. Sorrimos. Ele encarava-me, parecia me ler por inteira, ler cada pensamento, ele me olhou de uma forma tão intima, como se me visse por dentro, aquele olhar como se estivesse reconstruindo por dentro o que quebrou dentro de mim essa semana longe dele.
— Anjo essa decisão pode ser a mais egoísta de toda a minha vida mas eu te quero, eu te quero só pra mim. Quero que seja eu aquele ao acordar todos os dias e ver seu sorriso tímido pela manhã, quero que seja eu que massageie seu sexo sensível após fazermos amor ou fodermos, quero que seja só eu que te conheça por completo, e não digo só cada pedacinho do seu corpo e sim da sua alma, quero saber de cada fantasma que te assombra, quero conhecer seu lado mais obscuro e o seu lado mais doce, mas eu quero tudo isso só pra mim. Você é minha Elena Trindade e eu nunca vou deixar te tirarem de mim! — Sorri, e o puxei para outro beijo mais intenso, e ali eu tive mais que certeza que eu estava completamente, loucamente, perdidamente apaixonada por Neymar, o meu vilão.


Você ainda pode ver um coração em mim?
Toda minha agonia desaparece
Quando você me envolve em seu abraço
Não me deixe mal por tudo que eu preciso
Faça do meu coração um lugar melhor.

Tradução - All I Need.*



Olá girls, voltei com mais um capítulo. Comentem muito, e semana que vem tem capítulo novo. Divulguem a histórias meninas, quanto mais comentários mais capítulos!
Enfim é isso, beijos da Cami.❤

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Capítulo 9 - "Eu não posso ser quem você quer que eu seja."

— Eu não posso ser quem ela quer que eu seja.
— Eu gosto de você agora. Do jeito que você é.

*Lady Gaga - Bad Romance.
You know that I want you
And you know that I need you
I want it bad, your bad romance
I want your love and
I want your revenge
You and me could write a bad romance.




POV Neymar.

Com esse mês que se passou, eu e Elena tivemos nos mudar, já que o filha da puta do Edgar tentou tira-la de mim outra vez, fomos para o Hawaii, já que a minha garota, sim MINHA GAROTA, ama uma praia. Infelizmente nem tudo são mares de rosas, afinal toda rosa tem seus espinhos, apesar de ficarmos 24 por 7 juntos, eu sabia que ela por dentro estava destruída, assim como eu, afinal não é fácil passar por tudo que ela passou, e eu me sinto tão sujo, tão culpado por isso, saber que eu me apaixonei pela garota que eu ajudei a destruir a vida, me destrói por dentro. Mas o que eu posso fazer?! Eu já fiz, não posso mudar meu passado, e nem de onde vim, afinal era a minha família, certo? Errado, eu não tinha esse direito, e agora eu a amo mais que a mim mesmo, e vou fazer de tudo para recompensa-la todo o sofrimento. Até porque desde a primeira vez que a vi, ela não saiu da minha cabeça, e ter a chance de te-la ao meu lado, me faz o homem mais feliz do mundo, e eu recebi a missão de protegê-la, no começo ela pensou que fosse pelo dinheiro, mas o dinheiro pouco me importa, eu fiz isso por ela, eu vou protegê-la com a minha vida, porque ela trouxe a alegria pra minha vida, me trouxe luz, eu devo a minha vida a ela.
Estranho pensar que em meses, sim meses, por que eu já a conhecia de longe, vi alguns de seus momentos de maior tristeza, e vê-la daquele jeito me quebrou, mas eu não entendia, eu não conhecia aquela garota, só de vista, porque estava me sentindo tão mal, tentei de todas as formas não me aproximar dela, mas naquele dia em sua casa, vê-la tão machucada, senti algo que nunca senti na minha vida, eu senti necessidade de ajudá-la, de protegê-la, eu estava começando a me apaixonar, não admitia na época, mas agora eu sei, que eu sou completamente louco por Elena Trindade e faria de tudo pra vê-la feliz e segura.
Um cara destruído, querendo reconstruir algo que ele ajudou a quebrar, típico não é mesmo?!
Posso estar sendo egoísta, estando com ela, mesmo sem ela saber o que eu fui no passado, mas eu fiz de tudo para não me aproximar dela, mas foi algo inevitável, ela é como se fosse um ímã que me puxa cada vez mais para perto dela, me impedindo de usar a razão, me impedindo de fazer uma escolha menos egoísta.
Quando eu a vi, que eu a encontrei, eu tinha medo de conhecê-la. Quando eu encontrei ela de novo, 
eu estava com medo de beijá-la... Quando beijei ela, finalmente, no apartamento, eu estava com medo de a amar, e agora que eu a amo, eu tenho medo de perdê-la, mas se um dia ela descobrir tudo, eu sei que ela vai me deixar, mas eu sou um fodido que não tem coragem de contar-lhe a verdade porque eu a amo demais e não vou conseguir suporta a dor perdê-la, ela resgatou o melhor de mim, ela me trouxe a alegria de viver, e se eu chegar a perdê-la estarei perdendo o motivo de querer acordar todos os dias, eu perderia a minha vida.

Estava deitado observando Elena dormir, ela dormia tranquilamente sobre o meu peito desnudo, sua respiração calma batendo na minha pele, confesso estava me deixando extremamente arrepiado, alguns fios de seu cabelo estavam sobre seu rosto, tirei os fios com toda delicadeza para não acorda-la, senti-la assim tão pertinho de mim, me trazia a segurança de que ninguém iria tirá-la de mim. Depois de uns minutos ela começou a despertar, abria seus olhos devagar se acostumando com a claridade que entrava pelas frechas da cortina.
— Bom dia meu anjo. — Sorri ao vê-la coçando os olhos, era um dos momentos que eu amava vê-la, ela exalava inocência, e eu amava, e sentia um medo absurdo de acabar com essa luz dela, porque sim ela exalava luz por onde ia, a inocência dela me encantava por completo.
— Bom dia. — Sorriu envergonhada. Não resisti e a puxei selando nossos lábios. Ela envolveu seus braços no meu pescoço, e a puxei mais pra mim, fazendo-a sentar no meu colo, seu corpo estava coberto por uma camiseta minha, e uma mini-calcinha. Nosso beijo se intensificava a cada minuto, ela rebolava em cima do meu pau, soltávamos gemidos abafados no meio do beijo, minhas mãos exploravam seu corpo, deixava leves apertões na sua cintura intensificando seu rebolado no meu colo, encerrei o beijo com uma mordida no seu lábio inferior. Distribui beijos do seu queixo, até seu ombro, deixando alguns chupões e mordidas no seu pescoço. Tirei a camiseta que ela estava, seus seios pularam na minha frente. Abocanhei um enquanto apalpava o outro, mordi de leve o bico e distribui beijos por ali. Elena arfava e puxava o meu cabelo. Coloquei-a por baixo de mim em um só movimento, levantei um pouco apreciando a mulher que tinha ali, cada curva, Elena me deixava louco de todos os jeitos.
Ela me puxou para ela, me surpreendo com um beijo apaixonado, uma corrente elétrica passou pelo meu corpo, minha ereção já estava mais que visível, larguei sua boca quando o ar já nos faltava, desci os beijos passando pelo seu pescoço até chegar na barra da sua mini-calcinha, depositei um beijo por cima do tecido fazendo-a soltar um gemido abafado, sem pensar duas vezes rasguei o tecido. Sua intimidade estava pronta para me receber. Soltei um sorriso malicioso pra ela, que me olhou com súplica.
— Vai logo Neymar! — Rosnou. 
Sorri em resposta. Pincelava sua intimidade com a minha língua, e a penetrava com dois dedos, fazendo-a se curvar na cama e puxar meus cabelos, ouvir ela soltar um gemido alto, e a vi chegar ao ápice, chupei todo o seu gozo deixando-a limpinha, seu gosto era maravilhoso.
Ela me puxou meu cabelo, me levando para encontrar seus lábios macios e carnudos, devorei eles, fazendo-a sentir seu próprio gosto. Ela subiu em cima de mim, distribuiu beijos e mordidas pelo meu peitoral, fez uma trilha de chupões até chegar na barra da minha cueca, que já estava marcada pela minha ereção, ela acariciou-me por cima do tecido da cueca box, me fazendo geme. Ela tirou a minha cueca com a boca, quase gozei ali mesmo. Ela sentou nas minhas coxas, obtendo a visão completa da minha ereção, passou as unhas por toda a minha extensão, gemi.
— Porra Elena. — Ela me deu um sorriso travesso como resposta, e abocanhou meu pau. Sua boca pequena, aqueles lábios carnudos deliciosos, estavam envolta do meu pau, senti sua piercing da língua raspando na minha extensão, que me fez gemer mais alto. Agarrei seus cabelos, fazendo um rabo de cavalo no mesmo e comecei a controlar seus movimentos de vai e vem no meu pau. Estava preste a gozar, quando puxei a mesma colocando a de baixo de mim. Me estiquei até a gaveta e peguei a camisinha, vesti a mesma, e a penetrei, forte e duro, só sentia a ardência nas minhas costas, as unhas de Elena penetravam a minha pele sem pudor.
— Vai mais rápido Neymar! — Elena pediu e eu não aguentei. Aumentei cada vez mais a estocadas. Fiz a mesma ficar de quatro e penetrei-a de novo, só que mais forte. Seus gemidos já estavam descontrolados. Coloquei-a em cima de mim, e ela começou a rebolar, quicar, não conseguia mais controlar meus gemidos, segurei em sua cintura intensificando os movimentos cada vez mais. Essa mulher me leva a loucura, ela é meu abismo e a minha salvação. 
Chegamos ao ápice juntos, nossos gemidos se misturavam no quarto. Ela deitou em cima do meu peito, tentando controlar a respiração, enquanto eu fazia o mesmo, nosso dia já começou animado, sorri com esse pensamento. Até que Elena me tira dos meus devaneios.
— Você ainda tá dentro de mim. — Sorriu envergonhada. Acariciei seu rosto, tirando o suor que se encontrava na sua testa. Não importa quantas vezes nós fazemos amor ou fodemos, ela sempre irá ficar envergonhada, e isso me deixa mais louco por ela, essa sua inocência.
— É porque ficar dentro de você se tornou meu lugar preferido. — Sorrimos, e eu a beijei, sem luxúria, apenas amor.
— Vem vamos levantar, porque hoje eu quero ir a praia. — Elena sorriu como uma criança que acaba de ganhar seu doce predileto. Ela saiu de cima de mim, e eu já senti falta de estar dentro dela.
— Vou preparar a banheira, porque hoje quem vai te dar banho sou eu. — Soltei um sorriso perverso pra ela, e mesma me retribuiu com um beijo. Joguei a camisinha no lixo e preparei a banheira, quando voltei no quarto, a cama já estava arrumada. Elena estava no closet vestida em uma das minhas camisetas. A peguei no colo, fazendo-a mesma gargalhar.
— Amor me coloca no chão. — Disse rindo.
— Não mesmo, hoje eu vou cuidar de você. — Levei-a para o banheiro a despi, entramos na banheira. Nosso banheiro foi cheio de carícias, mãos bobas e sexo.

Fiz o nosso café da manhã, comemos conversando, saímos do apartamento, descemos para garagem.
— Amor cadê o carro? — Perguntou observando a garagem, sorri.
— Anjo hoje você vai conhecer a minha bebê. — Ela me olhou intrigada, levei-a até a minha moto.
— Essa moto é sua? — Sua expressão de surpresa me fez rir.
— Sim anjo. — Coloquei o capacete na mesma, subi na moto, ela subiu e se agarrou em mim, coloquei o meu capacete e dei partida.
Passamos a tarde toda na praia, almoçamos em um restaurante em frente à praia mesmo, só voltamos para o apartamento quando já estava anoitecendo. Tomamos um banho e caímos exausto na cama, acordei com a Elena distribuindo beijos pelo meu rosto.
— Hmm, que delícia acordar assim. — Sorri, e puxei-a dando um beijo nela. — Quero acordar assim todos os dias. 
— Bobo, eu adoro te acordar assim também. Mas amor, eu te acordei porque... 
— Ih já sei que vem bomba, tá muito boazinha. — A interrompi, e ela revirou os olhos em resposta.
— Idiota! Não tem bomba nenhuma, mas vamos em uma boate hoje? To afim de dançar. — Pediu com aqueles olhos brilhando. Meu Deus como é difícil negar algo pra essa mulher.
— Não sei não Elena, não acho muito seguro pra você.
— Ah por favor amor, e você vai estar lá comigo, qualquer coisa você me protege. — Sorri, e deixei-a por debaixo do meu corpo.
— Por mais que ame essa sua confiança em mim, não vou arriscar, nada de boate. — Levantei indo para o banheiro.
— Se você não for, eu vou sozinha. — Levantou da cama e foi para o quarto dela, tomei um banho e me arrumei. Oh mulherzinha teimosa!
Fui no quarto dela, e a mesma estava passando o perfume. Quando me viu, abriu um sorriso gigante.
— Você está um gato! — Sorri, a puxando para mim. — Está fazendo jus a sua reputação de bad boy.
— Você está linda também, e vamos logo antes que eu desista. — Ela revirou os olhos e saímos.
Chegamos na boate, já estava lotada, como eu conhecia o segurança entramos sem pegar fila nenhuma. Elena me puxou para a pista de dança, e dançamos agarrados um bom tempo. Ela me puxou para o bar, pedi uma dose de vodca e ela ficou só na Skol beats, quase soquei o barman por comer a Elena com os olhos.
— Perdeu algo nela cara?! — Meus punhos já estavam cerrados.
— Opa irmão, relaxa aí. — Levantou as mãos em sinal de rendição.
— Primeiro: eu não sou seu irmão, segundo: olha pra ela de novo que eu arranco seus olhos! 
— Neymar para com isso, vamos! — Elena me puxou de lá, e fomos para um lugar mais calmo. — Você tá louco? Não precisava daquilo tudo!
— O cara tava quase te comendo com os olhos Elena, me poupa! — Ela revirou os olhos e eu a puxei para um beijo que foi totalmente correspondido. Quando as coisas começaram a esquentar, saímos da boate pela porta dos fundos. Quando estávamos quase chegando na minha moto, encontramos quem eu menos queria.
— Ora, ora, se não é a donzela e o vilão que tá dando uma de bonzinho. — Disse o filha da puta. Mais um cachorrinho do Edgar.
Olhei pra Elena e sussurrei pra ela ficar atrás de mim, e não sair de jeito nenhum. 
Estava com sangue nos olhos, hoje essa porra ia se ver comigo.
— Ora, ora se não é o capacho do Edgar. — Debochei. Senti a Elena tremer quando ouviu o nome dele. — Porra, vocês não se cansam não?! 
— Sinto em te dizer mais não. — Soltou aquele sorriso sínico dele. — Não vou cansar até pegar essa coisinha gostosa aí e tirar bom proveito dela, depois entrega-lá pro Edgar. 
Senti meu sangue ferver, quando ouvi ele falar assim da Elena. Peguei minha arma que estava na cintura e apontei para ele. O burro nem armado estava.
— Sinto em te dizer seu merda, mas você nunca vai encostar um dedo na Elena, muito menos o Edgar. — Disparei um tiro bem na sua testa, ele caiu pra trás na hora, peguei meu celular e mandei uma mensagem pro Guilherme vir com os caras se livrar do corpo, puxei a Elena, subimos na moto e sai em disparada para casa.

Já se passaram duas horas desde que chegamos em casa, e Elena não havia soltado uma palavra se quer, aquilo já estava me deixando incomodado.
— Elena? — A chamei, a mesma olhou pra mim, com os olhos arregalados. — O que você tem?
Elena saiu do transe em que se encontrava, levantando da cama.
— O que eu tenho? — Me olhou incrédula. — Você matou uma pessoa Neymar!
— Eu matei um merda que ia abusar de você e ainda te entregar pro Edgar!
— Mas ainda era uma pessoa, e você o matou, sem remorço nenhum, nem parecia você!
— Mas aquele era eu Elena, e se precisar eu vou matar quantas pessoas precisar pra te manter segura!
— Não você não é assim Neymar! Você é gentil... Você é bom... Você...— A interrompi.
— Elena eu sou assim com você, não sou o mocinho do seu conto de fadas. 
— Você pode não ser o mocinho, mas sempre me fez bem, mas hoje... — Parou de falar e suspirou. — Você não parecia o cara que é comigo. Você matou sem nenhuma repulsa, como se ele não fosse nada.
— Mas pra mim Elena, ele não era nada, ele só é um capacho só Edgar que não ia pensar nem duas vezes pra te fazer mal. Acorda Elena eu nunca te falei que era o cara bonzinho da história, eu apenas vou te proteger de tudo.
— Mas você matou ele! Você tirou a vida de um pessoa! — Ela estava atordoada, andando de um lado para o outro. — Você não é assim! — Gritou. 
Olhei-a incrédulo, realmente ela não sabe quem eu sou.
— Sim Elena, eu sou assim. Não sei que imagem você tem de mim, mas eu sou assim. E eu vou matar qualquer um que ousar encostar um dedo em você. 
— Eu não to te reconhecendo Neymar. — Disse dando alguns passos para trás.
— Elena eu não posso ser quem você quer que eu seja. Eu não sou o cara bonzinho da história, se eu for alguém nessa história, eu sou o vilão. — Ela me olhou incrédula. Sem ao menos eu pensar sua mão já estava no meu rosto, só sentia a ardência na minha bochecha. Ela saiu do quarto batendo à porta.
Eu não estava nem um pouco arrependido de ter matado aquele pedaço de merda, eu mataria qualquer um que fizesse mal a ela. Eu a vingaria. Eu faria todos eles sofrerem, por ter feito a minha garota sofrer.

Uma semana se passou. Elena e eu não estávamos nos falando, e aquilo já estava me matando. Nesses dias acordei muitas vezes de madrugada com os gritos dela, os pesadelos dela voltaram. Ela acordava chorando, desesperada, aquilo me matava por dentro, vê-la tão fraca me fazia me sentir inútil.
Estava no banho, minha cabeça parecia que ia explodir. Essa noite Elena teve mais pesadelos que o normal, até aceitou que eu fosse ficar com ela, até a mesma se acalmar e dormir aconchegada em meus braços. Então como não consegui mais dormir, voltei pro meu quarto e fiquei enrolando na cama. Levantei cedo, meu corpo estava pesado. Realmente meu dia não começou bem. 
Depois que sai do banho, coloquei uma cueca box e uma calça moletom cinza, depois simplesmente cai na cama, não aguentava mais nem um segundo em pé, e cai no sono.




*Tradução - Bad Romance.
Você sabe que eu quero você
E sabe que preciso de você
Eu quero o seu mau, mau romance
Eu quero o seu amor e
Eu quero sua vingança
Você e eu poderíamos escrever um romance ruim.




Hey Girls, voltei com mais um capítulo pra vocês. 
Com a narração do amor das nossas vidas.
Espero que tenham gostado, comentem por favor.
Vim avisar que irei postar com mais frequência, não tenho dias concretos, porque além de eu ler muitos livros, que é algo que ocupa muito meu tempo, tem a minha escola, que me enche de tarefas, mas vou tentar postar um capítulo toda semana.
Divulguem o blogger meninas, vejo muitas visualizações mas poucos comentários, e isso me deixa verdadeiramente triste, e me faz pensar que a história não está agradando vocês!
Enfim é isso, espero que tenha mais comentários neste capítulo, beijos da Cami. ❤

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Capítulo 8 - "Você é a luz que faz a minha escuridão desaparecer."




POV Elena.

Um helicóptero estava pousando naquele terraço gigante, a melhor parte era quem estava dentro dele. Meu coração bateu mais forte, as lágrimas queriam descer, estava me sentindo completa só em ver, a minha princesa, a minha Aly tão pertinho de mim outra vez. 
— Se eu gostei? Eu amei! — sorri para ele em forma de agradecimento, nesse momento meus olhos já estavam marejados. Ele retribui com o sorriso mais lindo que eu já vi.
— Que bom, era tudo que eu precisava ouvir. — Sorriu e selou nossos lábios. 
O helicóptero pousou, vi um cara descendo do mesmo e ajudando a Aly a descer do helicóptero. Aly correu em minha direção, eu me agachei e abri os braços recebendo a coisa mais preciosa da minha vida. 
Lágrimas rolavam pelo meu rosto, minhas bochechas e nariz a esse momento já estavam vermelho. Apertei-a querendo ter certeza que ela estava ali comigo, outra vez, tentava amenizar a saudade que estava dentro de mim, até que depois de uns 5 minutos, sem brincadeira, 5 minutos abraçadas, chorando, conseguimos nos separar.
— Como você tá Aly? — Perguntei secando as lágrimas do rostinho dela, que estava todo vermelho.
— Ah eu to bem né, mas ficar lá é horrível Aly, as pessoas de lá são horríveis, eu quero muito voltar. — Disse chorando outra vez. Meu coração se despedaçou por completo, eu tinha que trazer a minha irmã de volta.
— Aí meu amor, eu vou trazer você de volta, pode ter certeza. Aly eu vou fazer de tudo pra te ter comigo outra vez. — Abracei-a forte.
Neymar só ficava nos observando um pouco afastado, ele sabia que era um momento só nosso.
— Elena, a Aly vai ter que ir agora, não podemos arriscar muito. — Ouvir essas palavras acabaram comigo, não aguentava mais isso.
— Ah não Elena, eu não quero voltar. Por favor Elena me tira de lá. — Aly estava chorando. Nessa hora eu sabia que eu tinha que aguentar, eu tinha que ser forte por ela.
— Aly presta atenção em mim. Eu vou fazer de tudo pra te tirar de lá, tudo mesmo, mas agora você vai ter que ser forte, nós duas vamos ter que ser fortes pra aguentar tudo isso. Eu prometo que eu vou te tirar de lá, e você vai morar comigo, e com o papai também. Eu prometo Aly. — Mais lágrimas já rolavam, ver minha irmã sofrendo era uma das piores coisas que estavam me acontecendo.
Neymar se aproximou e estendeu a mão pedindo a mão da Aly, ela me deu um último abraço e foi para o helicóptero com o Neymar, o mesmo cumprimentou o cara que tava pilotando, parecia que eles se conheciam, depois de uns minutos ele voltou e me abraçou, o helicóptero já não estava mais ali, já tinha ido embora e levado a minha princesa junto.
Neymar me pegou pela cintura, e me levou pra fora do terraço, quando chegamos dentro do carro, eu não conseguia parar de pensar onde a minha irmã estava, e porque ela estava tão triste, fiquei viajando nos meus pensamentos até o Neymar me chamar me fazendo voltar à realidade.
— Ah, oi. — O encarei.
— Chegamos, vem. — Ele saiu, e abriu a porta do carro para eu sair. 

Entramos no apartamento e eu apenas me joguei no sofá, estava exausta. Neymar selou nossos lábios e foi para cozinha, continuei deitada, até começar a sentir um cheiro muito bom, e foi aí que eu percebi que estava com fome, cheguei na cozinha e vi um Neymar sem camiseta mexendo em uma panela no fogo.

Fiquei encarando aqueles músculos, e percebi nos detalhes de sua tatuagem, era um dragão oriental que ficava na região da costela. Até que eu percebi, que ele estava me olhando, corei e me xinguei mentalmente.
— Gosta do que vê? — Me deu aquele sorriso sacana.
— Pôde-se dizer que a vista é agradável. — Sorri, e ele riu.
— Ah poxa, só agradável é? — Desligou o fogo e veio na minha direção, ficando no meio das minhas pernas. 
— Digamos que eu não tenho do que reclamar. — Envolvi meus braços em seu pescoço o puxando mais para perto, fazendo com que nossos lábios se choquem, quando dei por mim, já estava totalmente envolvida no beijo, que a cada minuto se intensificava mais, demos fim ao beijo, por que a falta de ar já estava presente. 
— Vem vamos comer, você precisa se alimentar. — Me puxou para a mesa, já que eu estava sentada na bancada da cozinha. Ele nos serviu, e estava realmente bom. — E aí gostou? — Perguntou enquanto retirava os pratos da pia.
— Estava divino. — Sorrimos — As vezes me perguntou se você não tem nenhum defeito. — Ele riu.
— Pode acreditar, eu tenho muitos defeitos. 
— Não acredito, por que já estou a um tempo com você e ainda não consegui encontrar nenhum defeito em você.
— É porque quando eu estou com você, tudo parece melhor, eu fico melhor.
— E por que? Sem mim você é mau por acaso?
— Pode se dizer que eu não sou a melhor influência. 
— Não concordo, você é tão bom pra mim, não consigo te imaginar um cara mau, mas admito que você tem cara de "bad boy" — Rimos, ele selou nossos lábios.

Subimos pro quarto dele, tomamos banho juntos com algumas mãos bobas, depois saimos do banho primeiro, só coloquei uma calcinha e uma blusa dele, ele voltou do closet com uma bermuda, deixando aquela barriga sarada amostra, ele me olhou dos pés a cabeça e sorriu.
— Você fica muito sexy, só com a minha camisa. — Sorri sem graça e deitamos na cama, minha cabeça estava no peito dele enquanto ele acariciava meus cabelos.
— Posso te perguntar uma coisa? — Disse enquanto passava a unha pela sua barriga sarada.
— Se eu consegui te responder antes de te agarrar por causa desse carinho.
— Bobo. — Sorri e depositei um beijo nos seus lábios.
— Mas, pergunte vai. 
— Por que você se considera um cara mal? — Perguntei olhando pra ele.
— Não me orgulho do meu passado. — Seus olhos escureceram, seu corpo tinha ficado tenso.
— O que houve no seu passado? — Perguntei curiosa.
— Elena, eu realmente não gosto de falar sobre o meu passado.

Uma tensão havia se instalado entre nós, eu queria muito saber mais sobre ele, mas não queria brigar, ele estava sendo tão bom pra mim, não queria que isso acabasse, então apenas concordei, e não falei mais nada.
— Anjo. — Ele me chamou, me fazendo encarar aqueles olhos que fazem meu corpo esquentar por dentro. — Eu já fiz muita coisa no meu passado, que não vale a pena ser lembrado, mas eu não sou o mesmo cara, eu mudei, e tem uma grande participação sua nisso.
— Minha? Mas o que eu fiz? 
— Desde o dia que eu te vi pela primeira vez, você se tornou meu anjo. — Sorri com as suas palavras. — Você não saia da minha cabeça de jeito nenhum, seu olhar de mistério, você é tão forte e tão frágil ao mesmo tempo, é muito mais que uma obrigação te proteger, eu daria a minha vida por você anjo. 
— Não fala isso, você nunca precisaria dar a sua vida por mim, eu não conseguiria ficar sem você. — Interrompi, por que só o pensamento de ficar sem ele, já me deixava assustada.
— Eu não pensaria duas vezes meu amor, e eu morreria feliz, pelo tempo que eu passei com você. Você é a luz que faz a minha escuridão desaparecer. — Sorri e o beijei. Um beijo diferente, aquele beijo estava cheio de sentimentos, que eu queria que ele sentisse, todo o amor que eu sinto por ele, só naquele beijo.

Ahh Neymar se você soubesse como acalma meus demônios dento de mim, você também é a luz que faz a minha escuridão desaparecer.
Encerramos o beijo com alguns selinhos e sorrimos. Ele me puxou mais pra ele, e ficamos trocando beijos e carinhos até adormecemos.

Sentíamos que ali ninguém iria nos atrapalhar, dormimos em paz. Porque nossos demônios pareciam sumir quando estávamos juntos, e sem dúvidas um era a luz do outro. Precisávamos um do outro, e isso ninguém podia negar.
Meu coração já pertencia a Neymar, e dentro de mim eu também sentia que o seu coração pertencia a mim. Naquele momento, naquela noite estávamos em paz, só por termos um ao outro. Foi estranho mas eu vi todos os meus desejo em uma pessoa só, e essa pessoa se chama: Neymar. Ele me trouxe a vida de novo. Sem ele saber, ele também era o meu anjo.


Continua, meninas. Comentem e opinem, beijos da Cami ❤️