quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Capítulo 9 - "Eu não posso ser quem você quer que eu seja."

— Eu não posso ser quem ela quer que eu seja.
— Eu gosto de você agora. Do jeito que você é.

*Lady Gaga - Bad Romance.
You know that I want you
And you know that I need you
I want it bad, your bad romance
I want your love and
I want your revenge
You and me could write a bad romance.




POV Neymar.

Com esse mês que se passou, eu e Elena tivemos nos mudar, já que o filha da puta do Edgar tentou tira-la de mim outra vez, fomos para o Hawaii, já que a minha garota, sim MINHA GAROTA, ama uma praia. Infelizmente nem tudo são mares de rosas, afinal toda rosa tem seus espinhos, apesar de ficarmos 24 por 7 juntos, eu sabia que ela por dentro estava destruída, assim como eu, afinal não é fácil passar por tudo que ela passou, e eu me sinto tão sujo, tão culpado por isso, saber que eu me apaixonei pela garota que eu ajudei a destruir a vida, me destrói por dentro. Mas o que eu posso fazer?! Eu já fiz, não posso mudar meu passado, e nem de onde vim, afinal era a minha família, certo? Errado, eu não tinha esse direito, e agora eu a amo mais que a mim mesmo, e vou fazer de tudo para recompensa-la todo o sofrimento. Até porque desde a primeira vez que a vi, ela não saiu da minha cabeça, e ter a chance de te-la ao meu lado, me faz o homem mais feliz do mundo, e eu recebi a missão de protegê-la, no começo ela pensou que fosse pelo dinheiro, mas o dinheiro pouco me importa, eu fiz isso por ela, eu vou protegê-la com a minha vida, porque ela trouxe a alegria pra minha vida, me trouxe luz, eu devo a minha vida a ela.
Estranho pensar que em meses, sim meses, por que eu já a conhecia de longe, vi alguns de seus momentos de maior tristeza, e vê-la daquele jeito me quebrou, mas eu não entendia, eu não conhecia aquela garota, só de vista, porque estava me sentindo tão mal, tentei de todas as formas não me aproximar dela, mas naquele dia em sua casa, vê-la tão machucada, senti algo que nunca senti na minha vida, eu senti necessidade de ajudá-la, de protegê-la, eu estava começando a me apaixonar, não admitia na época, mas agora eu sei, que eu sou completamente louco por Elena Trindade e faria de tudo pra vê-la feliz e segura.
Um cara destruído, querendo reconstruir algo que ele ajudou a quebrar, típico não é mesmo?!
Posso estar sendo egoísta, estando com ela, mesmo sem ela saber o que eu fui no passado, mas eu fiz de tudo para não me aproximar dela, mas foi algo inevitável, ela é como se fosse um ímã que me puxa cada vez mais para perto dela, me impedindo de usar a razão, me impedindo de fazer uma escolha menos egoísta.
Quando eu a vi, que eu a encontrei, eu tinha medo de conhecê-la. Quando eu encontrei ela de novo, 
eu estava com medo de beijá-la... Quando beijei ela, finalmente, no apartamento, eu estava com medo de a amar, e agora que eu a amo, eu tenho medo de perdê-la, mas se um dia ela descobrir tudo, eu sei que ela vai me deixar, mas eu sou um fodido que não tem coragem de contar-lhe a verdade porque eu a amo demais e não vou conseguir suporta a dor perdê-la, ela resgatou o melhor de mim, ela me trouxe a alegria de viver, e se eu chegar a perdê-la estarei perdendo o motivo de querer acordar todos os dias, eu perderia a minha vida.

Estava deitado observando Elena dormir, ela dormia tranquilamente sobre o meu peito desnudo, sua respiração calma batendo na minha pele, confesso estava me deixando extremamente arrepiado, alguns fios de seu cabelo estavam sobre seu rosto, tirei os fios com toda delicadeza para não acorda-la, senti-la assim tão pertinho de mim, me trazia a segurança de que ninguém iria tirá-la de mim. Depois de uns minutos ela começou a despertar, abria seus olhos devagar se acostumando com a claridade que entrava pelas frechas da cortina.
— Bom dia meu anjo. — Sorri ao vê-la coçando os olhos, era um dos momentos que eu amava vê-la, ela exalava inocência, e eu amava, e sentia um medo absurdo de acabar com essa luz dela, porque sim ela exalava luz por onde ia, a inocência dela me encantava por completo.
— Bom dia. — Sorriu envergonhada. Não resisti e a puxei selando nossos lábios. Ela envolveu seus braços no meu pescoço, e a puxei mais pra mim, fazendo-a sentar no meu colo, seu corpo estava coberto por uma camiseta minha, e uma mini-calcinha. Nosso beijo se intensificava a cada minuto, ela rebolava em cima do meu pau, soltávamos gemidos abafados no meio do beijo, minhas mãos exploravam seu corpo, deixava leves apertões na sua cintura intensificando seu rebolado no meu colo, encerrei o beijo com uma mordida no seu lábio inferior. Distribui beijos do seu queixo, até seu ombro, deixando alguns chupões e mordidas no seu pescoço. Tirei a camiseta que ela estava, seus seios pularam na minha frente. Abocanhei um enquanto apalpava o outro, mordi de leve o bico e distribui beijos por ali. Elena arfava e puxava o meu cabelo. Coloquei-a por baixo de mim em um só movimento, levantei um pouco apreciando a mulher que tinha ali, cada curva, Elena me deixava louco de todos os jeitos.
Ela me puxou para ela, me surpreendo com um beijo apaixonado, uma corrente elétrica passou pelo meu corpo, minha ereção já estava mais que visível, larguei sua boca quando o ar já nos faltava, desci os beijos passando pelo seu pescoço até chegar na barra da sua mini-calcinha, depositei um beijo por cima do tecido fazendo-a soltar um gemido abafado, sem pensar duas vezes rasguei o tecido. Sua intimidade estava pronta para me receber. Soltei um sorriso malicioso pra ela, que me olhou com súplica.
— Vai logo Neymar! — Rosnou. 
Sorri em resposta. Pincelava sua intimidade com a minha língua, e a penetrava com dois dedos, fazendo-a se curvar na cama e puxar meus cabelos, ouvir ela soltar um gemido alto, e a vi chegar ao ápice, chupei todo o seu gozo deixando-a limpinha, seu gosto era maravilhoso.
Ela me puxou meu cabelo, me levando para encontrar seus lábios macios e carnudos, devorei eles, fazendo-a sentir seu próprio gosto. Ela subiu em cima de mim, distribuiu beijos e mordidas pelo meu peitoral, fez uma trilha de chupões até chegar na barra da minha cueca, que já estava marcada pela minha ereção, ela acariciou-me por cima do tecido da cueca box, me fazendo geme. Ela tirou a minha cueca com a boca, quase gozei ali mesmo. Ela sentou nas minhas coxas, obtendo a visão completa da minha ereção, passou as unhas por toda a minha extensão, gemi.
— Porra Elena. — Ela me deu um sorriso travesso como resposta, e abocanhou meu pau. Sua boca pequena, aqueles lábios carnudos deliciosos, estavam envolta do meu pau, senti sua piercing da língua raspando na minha extensão, que me fez gemer mais alto. Agarrei seus cabelos, fazendo um rabo de cavalo no mesmo e comecei a controlar seus movimentos de vai e vem no meu pau. Estava preste a gozar, quando puxei a mesma colocando a de baixo de mim. Me estiquei até a gaveta e peguei a camisinha, vesti a mesma, e a penetrei, forte e duro, só sentia a ardência nas minhas costas, as unhas de Elena penetravam a minha pele sem pudor.
— Vai mais rápido Neymar! — Elena pediu e eu não aguentei. Aumentei cada vez mais a estocadas. Fiz a mesma ficar de quatro e penetrei-a de novo, só que mais forte. Seus gemidos já estavam descontrolados. Coloquei-a em cima de mim, e ela começou a rebolar, quicar, não conseguia mais controlar meus gemidos, segurei em sua cintura intensificando os movimentos cada vez mais. Essa mulher me leva a loucura, ela é meu abismo e a minha salvação. 
Chegamos ao ápice juntos, nossos gemidos se misturavam no quarto. Ela deitou em cima do meu peito, tentando controlar a respiração, enquanto eu fazia o mesmo, nosso dia já começou animado, sorri com esse pensamento. Até que Elena me tira dos meus devaneios.
— Você ainda tá dentro de mim. — Sorriu envergonhada. Acariciei seu rosto, tirando o suor que se encontrava na sua testa. Não importa quantas vezes nós fazemos amor ou fodemos, ela sempre irá ficar envergonhada, e isso me deixa mais louco por ela, essa sua inocência.
— É porque ficar dentro de você se tornou meu lugar preferido. — Sorrimos, e eu a beijei, sem luxúria, apenas amor.
— Vem vamos levantar, porque hoje eu quero ir a praia. — Elena sorriu como uma criança que acaba de ganhar seu doce predileto. Ela saiu de cima de mim, e eu já senti falta de estar dentro dela.
— Vou preparar a banheira, porque hoje quem vai te dar banho sou eu. — Soltei um sorriso perverso pra ela, e mesma me retribuiu com um beijo. Joguei a camisinha no lixo e preparei a banheira, quando voltei no quarto, a cama já estava arrumada. Elena estava no closet vestida em uma das minhas camisetas. A peguei no colo, fazendo-a mesma gargalhar.
— Amor me coloca no chão. — Disse rindo.
— Não mesmo, hoje eu vou cuidar de você. — Levei-a para o banheiro a despi, entramos na banheira. Nosso banheiro foi cheio de carícias, mãos bobas e sexo.

Fiz o nosso café da manhã, comemos conversando, saímos do apartamento, descemos para garagem.
— Amor cadê o carro? — Perguntou observando a garagem, sorri.
— Anjo hoje você vai conhecer a minha bebê. — Ela me olhou intrigada, levei-a até a minha moto.
— Essa moto é sua? — Sua expressão de surpresa me fez rir.
— Sim anjo. — Coloquei o capacete na mesma, subi na moto, ela subiu e se agarrou em mim, coloquei o meu capacete e dei partida.
Passamos a tarde toda na praia, almoçamos em um restaurante em frente à praia mesmo, só voltamos para o apartamento quando já estava anoitecendo. Tomamos um banho e caímos exausto na cama, acordei com a Elena distribuindo beijos pelo meu rosto.
— Hmm, que delícia acordar assim. — Sorri, e puxei-a dando um beijo nela. — Quero acordar assim todos os dias. 
— Bobo, eu adoro te acordar assim também. Mas amor, eu te acordei porque... 
— Ih já sei que vem bomba, tá muito boazinha. — A interrompi, e ela revirou os olhos em resposta.
— Idiota! Não tem bomba nenhuma, mas vamos em uma boate hoje? To afim de dançar. — Pediu com aqueles olhos brilhando. Meu Deus como é difícil negar algo pra essa mulher.
— Não sei não Elena, não acho muito seguro pra você.
— Ah por favor amor, e você vai estar lá comigo, qualquer coisa você me protege. — Sorri, e deixei-a por debaixo do meu corpo.
— Por mais que ame essa sua confiança em mim, não vou arriscar, nada de boate. — Levantei indo para o banheiro.
— Se você não for, eu vou sozinha. — Levantou da cama e foi para o quarto dela, tomei um banho e me arrumei. Oh mulherzinha teimosa!
Fui no quarto dela, e a mesma estava passando o perfume. Quando me viu, abriu um sorriso gigante.
— Você está um gato! — Sorri, a puxando para mim. — Está fazendo jus a sua reputação de bad boy.
— Você está linda também, e vamos logo antes que eu desista. — Ela revirou os olhos e saímos.
Chegamos na boate, já estava lotada, como eu conhecia o segurança entramos sem pegar fila nenhuma. Elena me puxou para a pista de dança, e dançamos agarrados um bom tempo. Ela me puxou para o bar, pedi uma dose de vodca e ela ficou só na Skol beats, quase soquei o barman por comer a Elena com os olhos.
— Perdeu algo nela cara?! — Meus punhos já estavam cerrados.
— Opa irmão, relaxa aí. — Levantou as mãos em sinal de rendição.
— Primeiro: eu não sou seu irmão, segundo: olha pra ela de novo que eu arranco seus olhos! 
— Neymar para com isso, vamos! — Elena me puxou de lá, e fomos para um lugar mais calmo. — Você tá louco? Não precisava daquilo tudo!
— O cara tava quase te comendo com os olhos Elena, me poupa! — Ela revirou os olhos e eu a puxei para um beijo que foi totalmente correspondido. Quando as coisas começaram a esquentar, saímos da boate pela porta dos fundos. Quando estávamos quase chegando na minha moto, encontramos quem eu menos queria.
— Ora, ora, se não é a donzela e o vilão que tá dando uma de bonzinho. — Disse o filha da puta. Mais um cachorrinho do Edgar.
Olhei pra Elena e sussurrei pra ela ficar atrás de mim, e não sair de jeito nenhum. 
Estava com sangue nos olhos, hoje essa porra ia se ver comigo.
— Ora, ora se não é o capacho do Edgar. — Debochei. Senti a Elena tremer quando ouviu o nome dele. — Porra, vocês não se cansam não?! 
— Sinto em te dizer mais não. — Soltou aquele sorriso sínico dele. — Não vou cansar até pegar essa coisinha gostosa aí e tirar bom proveito dela, depois entrega-lá pro Edgar. 
Senti meu sangue ferver, quando ouvi ele falar assim da Elena. Peguei minha arma que estava na cintura e apontei para ele. O burro nem armado estava.
— Sinto em te dizer seu merda, mas você nunca vai encostar um dedo na Elena, muito menos o Edgar. — Disparei um tiro bem na sua testa, ele caiu pra trás na hora, peguei meu celular e mandei uma mensagem pro Guilherme vir com os caras se livrar do corpo, puxei a Elena, subimos na moto e sai em disparada para casa.

Já se passaram duas horas desde que chegamos em casa, e Elena não havia soltado uma palavra se quer, aquilo já estava me deixando incomodado.
— Elena? — A chamei, a mesma olhou pra mim, com os olhos arregalados. — O que você tem?
Elena saiu do transe em que se encontrava, levantando da cama.
— O que eu tenho? — Me olhou incrédula. — Você matou uma pessoa Neymar!
— Eu matei um merda que ia abusar de você e ainda te entregar pro Edgar!
— Mas ainda era uma pessoa, e você o matou, sem remorço nenhum, nem parecia você!
— Mas aquele era eu Elena, e se precisar eu vou matar quantas pessoas precisar pra te manter segura!
— Não você não é assim Neymar! Você é gentil... Você é bom... Você...— A interrompi.
— Elena eu sou assim com você, não sou o mocinho do seu conto de fadas. 
— Você pode não ser o mocinho, mas sempre me fez bem, mas hoje... — Parou de falar e suspirou. — Você não parecia o cara que é comigo. Você matou sem nenhuma repulsa, como se ele não fosse nada.
— Mas pra mim Elena, ele não era nada, ele só é um capacho só Edgar que não ia pensar nem duas vezes pra te fazer mal. Acorda Elena eu nunca te falei que era o cara bonzinho da história, eu apenas vou te proteger de tudo.
— Mas você matou ele! Você tirou a vida de um pessoa! — Ela estava atordoada, andando de um lado para o outro. — Você não é assim! — Gritou. 
Olhei-a incrédulo, realmente ela não sabe quem eu sou.
— Sim Elena, eu sou assim. Não sei que imagem você tem de mim, mas eu sou assim. E eu vou matar qualquer um que ousar encostar um dedo em você. 
— Eu não to te reconhecendo Neymar. — Disse dando alguns passos para trás.
— Elena eu não posso ser quem você quer que eu seja. Eu não sou o cara bonzinho da história, se eu for alguém nessa história, eu sou o vilão. — Ela me olhou incrédula. Sem ao menos eu pensar sua mão já estava no meu rosto, só sentia a ardência na minha bochecha. Ela saiu do quarto batendo à porta.
Eu não estava nem um pouco arrependido de ter matado aquele pedaço de merda, eu mataria qualquer um que fizesse mal a ela. Eu a vingaria. Eu faria todos eles sofrerem, por ter feito a minha garota sofrer.

Uma semana se passou. Elena e eu não estávamos nos falando, e aquilo já estava me matando. Nesses dias acordei muitas vezes de madrugada com os gritos dela, os pesadelos dela voltaram. Ela acordava chorando, desesperada, aquilo me matava por dentro, vê-la tão fraca me fazia me sentir inútil.
Estava no banho, minha cabeça parecia que ia explodir. Essa noite Elena teve mais pesadelos que o normal, até aceitou que eu fosse ficar com ela, até a mesma se acalmar e dormir aconchegada em meus braços. Então como não consegui mais dormir, voltei pro meu quarto e fiquei enrolando na cama. Levantei cedo, meu corpo estava pesado. Realmente meu dia não começou bem. 
Depois que sai do banho, coloquei uma cueca box e uma calça moletom cinza, depois simplesmente cai na cama, não aguentava mais nem um segundo em pé, e cai no sono.




*Tradução - Bad Romance.
Você sabe que eu quero você
E sabe que preciso de você
Eu quero o seu mau, mau romance
Eu quero o seu amor e
Eu quero sua vingança
Você e eu poderíamos escrever um romance ruim.




Hey Girls, voltei com mais um capítulo pra vocês. 
Com a narração do amor das nossas vidas.
Espero que tenham gostado, comentem por favor.
Vim avisar que irei postar com mais frequência, não tenho dias concretos, porque além de eu ler muitos livros, que é algo que ocupa muito meu tempo, tem a minha escola, que me enche de tarefas, mas vou tentar postar um capítulo toda semana.
Divulguem o blogger meninas, vejo muitas visualizações mas poucos comentários, e isso me deixa verdadeiramente triste, e me faz pensar que a história não está agradando vocês!
Enfim é isso, espero que tenha mais comentários neste capítulo, beijos da Cami. ❤

9 comentários:

  1. MelDeus Camilinhaaa,você arrasaaa! Continua logoo

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  2. Ta fodaaaaaaa a fic, esse cap foi maravilhoso.
    Comecei a ler esses dias e ja estou amando❤️
    Camilla

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  3. Nunca na minha vida eu tinha lido uma fic como essa, e confesso que estou maravilhada, você escreve muito bem, parabéns, continua

    - Lia

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  4. Cada vez que leio esse blog tenho um AVC! Como é verdadeiro, como é lindo. Continue!

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  5. Cada vez que leio esse blog tenho um AVC! Como é verdadeiro, como é lindo. Continue!

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  6. Cada vez que leio esse blog tenho um AVC! Como é verdadeiro, como é lindo. Continue! Essa fic ta maravilhosa

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